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[Resenha] As Virgens Suicidas – Jeffrey Eugenides



Um dos livros mais arrebatadores que já li. Começamos a leitura sabendo que as irmãs Lisbon vão se suicidar, uma a uma. O que levaria as cinco populares irmãs, aparentemente normais, da década de 70, filhas de pai professor e mãe extremamente religiosa a darem um fim às suas vidas de forma tão trágica?

Após o suicídio de Cecília, a filha mais nova de treze anos, a família começa a se desestruturar, afetando de uma forma totalmente anormal, todas as pessoas de um pacato bairro de classe média no Michigan.

Todo o livro é narrado pelos meninos da vizinhança. Numa forma totalmente diferenciada, na primeira pessoa do plural. Fica praticamente impossível saber qual deles está contando determinado detalhe, a não ser quando eles se identificam ou citam os amigos.

[Resenha] Boneca de Ossos – Holly Black



O que falar deste livro senão rasgá-lo (não literalmente, por favor) em elogios? Ele não ganhou a Medalha Newbery Honor a toa. Eleito o melhor livro para adolescentes e, em minha opinião, para pré e pós-adolescentes também, Boneca de Ossos é um livro que te envolve e por sua simplicidade.

Além de uma capa linda (eu achei), ele tem desenhos por seu interior, algumas notinhas de rodapé e ilustrações, o que torna o livro ainda mais gracioso.

A autora Holly Black, conhecidíssima pela série de livros (e filmes) As Crônicas de Spiderwick, acertou em cheio ao misturar amor, mistério, sobrenatural, drama familiar e um pouquinho de suspense. O livro tem a dose exata destes elementos, o que faz a trama ser tão encantadora.

Poppy, Zach e Alice são amigos desde muito pequenos e a brincadeira favorita deles é inventar histórias, mas não simples histórias e sim as melhores. Com muita criatividade dão vida a piratas, guerreiros, sereias e ladrões e reinando absoluta em seu Castelo de Vidro está a Boneca de Ossos, ai de quem ousar desobedecer suas ordens.

Mas todo este reino periga desaparecer depois que Zach decidiu não mais brincar com Poppy e Alice. E então coisas muito estranhas começam a acontecer. Seria a maldição da rainha? Como uma boneca teria tanta influência em suas vidas? Que ligação (além da imaginária) eles tem com a Boneca de Ossos?

A rainha é uma boneca cheia de mistérios. Seria essa a oportunidade perfeita para unir o trio novamente em outra aventura? Só que desta vez, não haveria mais o faz de conta...

...

Ah! O livro Boneca de Ossos foi lançado pela Editora Novo Conceito com o selo #Irado. Este selo garante aos leitores, segundo eles mesmos, os livros mais legais do mundo! Veja mais sobre o selo no Portal Irado.

E o mais legal é que você pode escolher de acordo com o gênero que mais lhe atrai: Amor, Humor, Drama, Terror, Mistério e Aventura. Sempre que identificar o selo #Irado em um livro, pode ter certeza de que a leitura é de primeira qualidade.


A minha opinião vocês já sabem, né? Simplesmente AMEI!!!!!

Monika Andreotti
www.osliteratos.com.br


[Resenha] Ratos - Gordon Reece



Se me pedissem pra definir este livro em apenas uma palavra, eu diria: INTENSO. Gente! Que livro é esse? É de tirar o sono de tanta intensidade!

Claro que me apaixonei pela capa logo de cara. Aquele buraquinho cortado, o papel de parede (nem notei as manchas de sangue nele – é sério!). Encantada, fui ler a sinopse. Pronto! Ele me ganhou de vez.

Ratos conta a história de Shelley, uma adolescente de 15 anos e sua mãe. Duas pessoas que sofreram a maior parte de suas vidas. Duas pessoas que não conseguem reagir diante de determinadas situações. Duas pessoas que baixam a cabeça para tudo e para todos, por isso se auto-intitulam Ratos.

[Resenha] A Menina que Fazia Nevar - Grace McCleen



“Milagres não Têm que ser grandes e podem acontecer nos lugares mais improváveis. Às vezes são tão pequenos que as pessoas nem percebem. Às vezes os milagres são tímidos. Ficam puxando as suas mangas, esperando você percebê-los, e depois somem. Muitas coisas começam bem pequenas. É um jeito bom de começar porque ninguém nota. Você é só uma coisinha perambulando, cuidando da própria vida. Aí você cresce.”

E foi assim que me apaixonei por este livro. Como uma menina de 10 anos pode, em tão pouco tempo, fazer com que nos apaixonemos por ela de forma tão intensa? Judith McPherson é assim. Uma criança com inteligência acima do normal, que vive com o pai que, diga-se de passagem, é uma pessoa bem “estranha”.

Em uma sexta-feira, Judith é atacada pelo menino mais encrenqueiro da escola, mas as coisas não saem bem como Neil Lewis gostaria. Então ele a ameaça: ”Espera só até segunda.”

É então que a vida de Judith se transforma. O que antes era marasmo e monotonia, da lugar a várias emoções diárias. Será que ela iria sobreviver?

Já que não tinha amigos, Judith sempre encontrava conforto e resposta para seus inúmeros questionamentos na Terra Gloriosa, como batizou sua maquete construída por si própria, a partir de sucatas encontradas nas ruas.

Mas naquela noite, tudo seria diferente. Deus falara com ela. Eles conversaram de igual para igual. Ele lhe dera o poder de mudar as coisas em sua vida.

E agora? Com tanto poder, o que fazer? Deveria se vingar de Neil Lewis?


E assim acontece o primeiro milagre...

Monika Andreotti


[Resenha] Pó de Lua - Clarice Freire



Não sou muito fã de poesias, mas quando me deparei com Pó de Lua, foi amor a primeira vista. A capa nos remete a algo mágico e o tema é mágico, isso me chamou muito a atenção para o livro.

E qual não foi minha surpresa ao folheá-lo e me deparar com algumas ilustrações (típicas da Clarice Freire) que, no início achei um pouco infantilizadas, mas ao terminar a leitura, fiquei completamente apaixonada por elas.

São umas mais lindas que as outras. Parece que foram desenhadas ali, naquela hora e não impressas. Não são desenhos profissionais, mas eles tem uma graça toda especial e tudo a ver com a energia positiva que o livro nos transmite. É o casamento perfeito entre versos e imagens.


O livro é dividido em quatro fases: As quatro fases da Lua. De uma em uma, nota-se a evolução da autora, como se cada fase da Lua representasse uma fase na vida dela, desde aquele período de tristezas, dúvidas e introspecção à volta da alegria e o amadurecimento proveniente deste percusso. As fases que mais gostei foram a da Lua Nova e Lua Crescente, as cores são mais alegres, as palavras são empregadas sem a incerteza e melancolia existentes nas primeiras fases.
  


A leitura é bem rápida e a cada folha você se impressiona com a forma que a autora transforma suas dúvidas, amores, temores e certezas em versos. É realmente lindo, não só de se ler mas também de sonhar junto com a leitura. É realmente mágico!


 Quando ela diz que escreveu o livro, pois, as palavras não cabiam mais em si, não estava brincando. Fica bem nítida essa sensação ao ler a primeira estação da Lua.


 Enfim, uma leitura para se fazer a qualquer hora, em qualquer lugar e principalmente em qualquer estação da Lua. Gostei tanto do livro que o carrego para todos os lugares comigo e não me canso de folheá-lo e lê-lo novamente e mostrá-lo às pessoas e namorá-lo mais um pouquinho, todos os dias.
   

Uma excelente opção de presente para todas as idades. Com certeza ele se tornará o queridinho de muita gente e, se isso não acontecer, tem alguma coisa errada aí. Talvez esteja na hora de rever seus conceitos sobre poesia/poemas, assim como eu fiz...




Título: Pó de Lua
Autor: Clarice Freire
Páginas: 192
Editora: Intrínseca

Sinopse:

Em 2011, discretamente, a publicitária Clarice Freire criou no Facebook uma página para reunir seus escritos e desenhos. Batizou-a como 'Pó de Lua', sua receita infalível 'para tirar a gravidade das coisas'. 

Desde então, ela vem conquistando uma legião de fãs fiéis e engajados, que se encantaram com a delicadeza de seus pensamentos, seu humor sutil e o traço despretensioso, que combina desenho e até fragmentos de palavras. 

Entre eles, estão personalidades como a atriz Grazi Massafera e a apresentadora Ticiane Pinheiro. Da internet para as páginas de um livro, foi mais um salto para a jovem autora recifense. Ela surpreende seus admiradores com uma proposta diferente. 

Pó de lua, o livro, tem o formato de um dos cadernos moleskine em que Clarice exercita sua criatividade. Inspirada pelas quatro fases da lua - minguante, nova, crescente e cheia - ela trata em frases concisas e certeiras de sentimentos como a saudade, o medo, a paixão e a alegria, sempre em sua caligrafia característica, ilustradas com muitos desenhos.

Monika Andreotti



[Resenha] Eleanor & Park - Rainbow Rowell


Antes de ler Eleanor & Park eu já estava apaixonada pelo livro. O queridinho que, após sua publicação em 2013, passou 12 semanas na lista de Best sellers do New York Times.

Foi amor à primeira vista. Eleanor & Park me conquistou com aquela capa tão singela, mas ainda assim capaz de expressar toda a essência do livro.

A história se passa em Omaha, Nebraska no ano de 1986 e os personagens principais são dois jovens totalmente diferentes, mas que conseguem driblar todas essas diferenças e viver um grande amor.

Park é um garoto mestiço de dezesseis anos, meio magrelo porém definido, filho de mãe coreana e pai americano. Filho mais velho, tem apenas um irmão, que apesar de mais novo, é bem mais alto que ele. Tem uma casa linda, com tudo do bom e do melhor e pais que se amam. Se acha um garoto comum, apesar de ter a pele “dourada”, olhos verdes e cabelos negros. Pratica tae-kwon-do e adora Punk Rock e Revistas em Quadrinhos. Park não é um garoto popular no colégio, mas também não faz parte da turminha dos nerds ou dos meninos invisíveis, porém, ainda assim é vítima de bullying por parte dos bam-bam-bans do colégio ninguém escapa.

Eleanor é uma garota de dezesseis anos nada convencional. Ruiva, cabelos encaracolados (logo me lembrou a Merida – Valente), pele muito branca cheia de sardas e eu diria um pouco soft. Apesar de todos a descreverem como gorda, eu a imagino uma menina grande, ossos largos, essas coisas. Se veste de forma estranha com roupas largas muito largas e cheia de penduricalhos e frufrus. Eleanor também adora música, mas não tem onde ouvir. É a filha mais velha de uma família de cinco filhos. Sofre com o padrasto alcoólatra que a odeia e com a submissão da mãe. Sua casa não poderia ser pior, o banheiro não tem porta e ela não tem dinheiro nem para comprar uma escova de dentes.  
O destino encarrega-se de promover o encontro dos dois em um dia de aula (o primeiro de Eleanor – já que ela é a novata), a caminho do colégio, no ônibus escolar. Sabe aquela coisa de cada qual com seu lugar? Logo que Eleanor entra no ônibus, impossível não notá-la (pela descrição acima vocês podem ter uma ideia), uns fazem cara de paisagem, outros colocam a mochila no lugar vago e lá vai ela direto para a o fundão.

A fim de evitar que uma tragédia aconteça, já que é lá no fundão que os Bad Boys and Girls do colégio ficam, Park cede o lugar vago ao lado dele a Eleanor, porém de uma forma não muito educada, o que faz com que ela não tenha uma primeira boa impressão a respeito dele.

É aí que tudo acontece. Entre o silêncio mortal das primeiras viagens, a leitura roubada de HQs, divisão de músicas no “walkman” o amor entre os dois começa a brotar. São coisinhas bobas, porém, tão “primeiro-amor” que fica impossível não se emocionar.

O livro segue em uma sequência de capítulos irregulares, alternando entre a perspectiva de Eleanor e Park. O que torna a leitura bem agradável e curiosa, já que fica difícil parar de ler. É meio que viciante.

Mas o livro não é só romance não. Tem conflitos familiares leves (Park) até os mais pesados (Eleanor), bullying, drogas e algumas surpresas entre os personagens.

O final é surpreendente. Eu gostei, pois acredito que consegui captar o que a autora quis transmitir algo que, apesar de super claro, nem todo mundo entendeu. É um livro ótimo, recomendadíssimo!!!!!

Quem não leu ainda, corre, pois o livro vai virar filme. A DreamWorks (não poderia ser mais perfeita) adquiriu os direitos sobre Eleanor & Park e vai transformá-lo em filme. Ano que vem começam as gravações. E o mais legal é que quem ficará encarregada de elaborar os roteiros será a própria Rainbow Rowell.

Livro: Eleanor & Park
Autor: Rainbow Rowell
Páginas: 330
Editora: Novo Século
Book trailer: aqui

Sinopse:
Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos.

Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola.
Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família.

Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen.

E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths.

Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.


Monika Andreotti


[Resenha] Um Caso Perdido - Hopeless - Colleen Hoover



Este livro me arrebatou totalmente. Não por se tratar de uma história de amor perfeita, mas por todo o drama vivenciado pelos personagens, pela mensagem de força e esperança que ele nos passa, pelo tema escolhido e pela abordagem de forma tão... peculiar.

Me identifiquei muito com o drama vivido por Sky. Quando eu poderia imaginar que algum dia, um autor abordaria este tema em um livro? E que este livro serviria para solucionar algumas questões que me atormentaram a vida inteira? Uma vez li em alguma lugar não me lembro onde, que "não somos nós quem escolhemos os livros e sim os livros que nos escolhem" e sinto exatamente isso em relação a Hopeless, ele foi feito pra mim.

A sinopse me convenceu, mas confesso que fiquei com um pé atrás. Não li Métrica e nem Pausa (da mesma autora), por isso, conforme a leitura ia fluindo, percebi que a sinopse não fez jus ao livro. Foi muito pobre e omitiu muita coisa. Muita coisa mesmo, coisas mega importantes sobre tudo, coisas sobre o quão envolvente, cativante, interessante, mágico e tão perfeito o livro é. Talvez porque seja meio difícil falar dele sem dar spoiler, já que a cada capítulo uma nova informação complementa o anterior.
Os personagens são perfeitos, impossível não se identificar logo de cara com cada um deles. O que nos faz sentir uma pequena depressão quando estamos próximos do final e uma saudade que chega a apertar o peito assim que termina o livro, tamanha identificação com os personagens. Sem contar as lágrimas, recomendo uma caixa de lenços.

Sky é uma menina super na dela, uma adolescente totalmente atípica, uma jovem de dezessete anos, inteligente, com uma personalidade única, engraçada, que adora correr e é louca por cafeína e Snickers. Ela foi criada longe de toda e qualquer tecnologia e só tem contato com algum equipamento tecnológico quando vai para a casa de Six, sua melhor amiga e vizinha.

Ambas criaram fama nada boa, devido os rompantes amorosos de Six que, não se permite namorar e troca de namorado como troca de roupa. E Sky, mesmo não agindo como a amiga, afinal apesar de ficar com alguns garotos (os amigos dos namorados de Six), nunca se sentiu atraída por nenhum deles, acaba sendo difamada também. Também, o entra e sai de rapazes da janela do quarto delas é constante e elas são amigas, melhores amigas. É o tal do “diga-me com quem andas...”

Sky nunca frequentou o colégio, sempre estudara em casa com Karen, mas decidiu por influência de Six, que iria fazer o último ano no colégio. Essa decisão teve um peso enorme na vida de Sky, pois Six decidiu fazer um intercâmbio em outro País e, sendo assim, ela teria que enfrentar sozinha tudo o que aprendeu nos livros sobre o que é um colégio de verdade e seus adolescentes problemáticos. Ela poderia desistir, mas era muito teimosa para tal.

Holder é um bad boy, ou pelo menos é o que todos dizem. Um cara lindo e enigmático, com personalidades múltiplas o que não é tão legal assim. Ele também adora correr, é um romântico incorrigível, desistiu da escola, fala palavrão e seu passatempo predileto é perseguir uma tal Sky. Ah, ele também foi o único garoto capaz de despertar em Sky um sentimento que ela nunca havia experimentado: uma louca atração por um garoto. Holder é o cara perfeito, impossível não “gamar” ele. E acreditem, Dean Holder consegue superar o Augustus Waters (ACEDE) no quesito perfeição to falando sério.

Karen, a mãe adotiva de Sky é uma mulher super moderna, apesar de ser avessa às tecnologias. Ela não permite que Sky tenha computador, celular, televisão, etc. Sem contar que é vegana, ou seja, doces também são terminantemente proibidos naquela casa. O que faz com que Sky se sinta “a rebelde” quando a mãe viaja e ela passa tardes assando biscoitos e brownies em quantidades que acabariam com a fome na Etiópia. Ela é uma mãe muito amorosa que tem um namorado alma-gêmea Jack, um cara engraçado que está super a fim de se unir com Karen, mas ela também tem seus mistérios, o que faz com que fique cozinhando Jack em banho–maria, mas apesar de tudo e de não terem uma assinatura da ESPN, a relação dos dois é ótima assim mesmo.

E claro, não poderia deixar de faltar Breckin, o melhor amigo de todos do universo inteiro. Ele é mórmon, relax, super descolado com suas roupas nada convencionais que nem de longe tentam esconder sua opção sexual. Sim, Breckin é gay. E divertido e o amigo que todos queriam ter, Junto com Sky, eles formam uma aliança de duas pessoas para sobrevierem no colégio.

Enfim, esses são os personagens principais da trama que compõe Um Caso Perdido de Colleen Hoover. Já virou meu livro favorito. Depois de lê-lo, jamais olharei para as estrelas com os mesmos olhos. 

Livro: Um Caso perdido - Hopeless
Autor: Colleen Hoover
Páginas: 386
Editora: Galera

Sinopse:
Às vezes, descobrir a verdade pode te deixar com menos esperança do que acreditar em mentiras... Em seu último ano de escola, Sky conhece Dean Holder, um rapaz com uma reputação capaz de rivalizar com a dela. Em um único encontro, ele conseguiu amedrontá-la e cativá-la. E algo nele faz com que memórias de seu passado conturbado comecem a voltar, mesmo depois de todo o trabalho que teve para enterrá-las. Mas o misterioso Holder também tem sua parcela de segredos e quando eles são revelados, a vida de Sky muda drasticamente.



"A verdade pode Libertá-la. Ou simplesmente trucidá-la."


Monika Andreotti




[Resenha] Cilada - Harlan Coben




Ainda estou extasiada com Cilada. O livro é realmente EXCELENTE! Ok, eu sou suspeita pra falar já que sou super fã do gênero e AMO o autor.  Harlan é o único que consegue falar de suspense, numa trama policial sem ser extenuante.

Os personagens são ótimos e muito envolventes, cada qual com seu diferencial, mas ambos com um carisma enorme. Alguns deles já conhecidos em outros livros do autor, como o policial Frank Tremont, que após alguns vacilos no livro Confie em Mim, volta pronto para reparar algumas arestas (será que ele consegue?) e a advogada (sem palavras pra elogiar) Hester Crimstein que é de longe a melhor advogada da história dos livros. Ela tem umas tiradas perfeitas, na página 172/173 ela fala com seu cliente sobre a justiça e cita a estátua da deusa Têmis (símbolo da justiça) como exemplo para elucidar uma de suas teorias, im-pe-cá-vel! Wendy Tynes a jornalista-protagonista é um exemplo de mulher. Excelente profissional, batalhadora e tem um relacionamento familiar bem legal, eu diria bem realista. Os Mc Waid, o Clube dos Pais, etc... E põe etc. nisso. Os livros do Harlan tem váaaaarios personagens, eu costumo ler com um bloquinho ao lado, onde vou anotando os nomes para não me perder (é sério!).