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Autor: Sylvain Reynard
Editora:
Arqueiro
Gênero:
romance
Sinopse:
O Inferno de Gabriel - A salvação de um homem. O despertar da sexualidade de uma mulher.
Enigmático e sedutor, Gabriel Emerson é um renomado especialista em Dante. Durante o dia assume a fachada de um rigoroso professor universitário, mas à noite se entrega a uma desinibida vida de prazeres sem limites.
Enigmático e sedutor, Gabriel Emerson é um renomado especialista em Dante. Durante o dia assume a fachada de um rigoroso professor universitário, mas à noite se entrega a uma desinibida vida de prazeres sem limites.
O que ninguém sabe é que tanto sua máscara de
frieza quanto sua extrema sensualidade na verdade escondem uma alma atormentada
pelas feridas do passado. Gabriel se tortura pelos erros que cometeu e acredita
que para ele não há mais nenhuma esperança ou chance de se redimir dos pecados.
Julia Mitchell é uma jovem doce e inocente que luta
para superar os traumas de uma infância difícil, marcada pela negligência dos
pais. Quando vai fazer mestrado na Universidade de Toronto, ela sabe que
reencontrará alguém importante – um homem que viu apenas uma vez, mas que nunca
conseguiu esquecer.
Assim que põe os olhos em Julia, Gabriel é tomado
por uma estranha sensação de familiaridade, embora não saiba dizer por quê. A
inexplicável e profunda conexão que existe entre eles deixa o professor numa situação
delicada, que colocará sua carreira em risco e o obrigará a enfrentar os
fantasmas dos quais sempre tentou fugir.
Primeiro livro de uma trilogia, O inferno de
Gabriel explora com brilhantismo a sensualidade de uma paixão proibida. É a
história envolvente de dois amantes lutando para superar seus infernos pessoais
e enfim viver a redenção que só o verdadeiro amor torna possível.
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=== Resenha ===
“A princípio, não
a reconheceu. Sua beleza era de tirar o fôlego. Seus movimentos, graciosos e
confiantes. Porém havia algo em seu rosto e em suas formas que lhe lembrou a
jovem pela qual se apaixonara tempos atrás. Cada um deles havia seguido seu
caminho, mas o poeta sempre lamentaria a perda de seu anjo, de sua muda, de sua
amada Beatriz. Sem ela, sua vida era solitária e insignificante.
Agora, lá estava a sua bem-aventurança”.

